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RS: deputado tentará reabrir negociações entre IPE e prestadores de serviços


Foto: Smers
RS:  deputado tentará reabrir negociações entre IPE e prestadores de serviços
Segundo o deputado Westphalen, as entidades só terão seus pleitos atendidos se houver pressão pública forte e antecipada.


27/03/2013
Uma comissão representativa dos diversos prestadores de serviços ao IPE-Saúde, incluindo o SIMERS, solicitou ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen, intercessão pela reabertura da mesa de negociações com a autarquia. Na audiência, ocorrida na manhã dessa segunda-feira (25), hospitais e médicos deixaram claro que, se não houver reajuste nas tabelas e novo orçamento do convênio estatal para 2013, a situação chegará a um limite. Westphalen recebeu documento com as reivindicações do grupo e garantiu apoio à causa, mas exigiu mobilização forte. Ele levará as queixas ao governador Tarso Genro.

A diretora sindical Clarissa Bassin lembrou a defasagem entre os valores constantes na tabela do IPE-Saúde e os da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). “Em média, a autarquia paga a metade do que defendemos como patamar ético, por isso o desinteresse da categoria em manter-se credenciada”, disse. “Em determinados procedimentos da área de ginecologia e mastologia, a diferença pode chegar a 500%, é absurdo”. O IPE prometeu a implantação da CBHPM em janeiro do ano passado.

O diretor executivo da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do RS, Flávio Borges, reclamou da morosidade do plano estatal em dar encaminhamento a demandas antigas: “Não há pagamento de glosas desde 2005, nem reajuste desde 2011, e o orçamento de 2013 é igual ao de 2012, este já insuficiente. Se esta situação persistir, as dificuldades aparecerão em outubro”.

De acordo com Westphalen, as entidades só terão seus pleitos atendidos se houver pressão pública forte e antecipada. “A representação expressiva daqui mostra o tamanho do problema: um milhão de vidas que tinham garantia no IPE hoje não tem mais”, afirmou. “O governo não pode pegar a verba do Fundo de Assistência à Saúde (FAS) e colocá-la no caixa único, e isso acontece. O IPE sofre com problemas de gestão e há falta de atenção com segmento que tem feito a sua parte. É preciso reativar o Grupo Paritário, criado por lei”.
Fonte : Simers



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