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PE: entidades cobram ações da prefeitura de Recife


Foto: Simepe
PE: entidades cobram ações da prefeitura de Recife
Os médicos mostraram-se angustiados com a precariedade nas unidades de saúde.


08/04/2013
Na manhã dessa sexta-feira (05/04), as entidades médicas – Simepe e Cremepe – estiveram reunidas com o secretário de Saúde do Recife, Jaílson Correia, para tratar de assuntos que afligem a classe médica e população do município. A reunião aconteceu no gabinete do secretario, na sede da prefeitura/Cais do Apolo.

Na pauta foram levadas questões como o chamamento dos aprovados no concurso público de 2012, novo concurso para médicos da Estratégia de Saúde da Família, recomposição urgente das escalas de plantão do SAMU, policlínicas e maternidades.

Os médicos mostraram-se angustiados com a precariedade nas unidades de saúde, de notícias que geram um entendimento de inversão de modelo de atenção primária à saúde, de um SAMU de médicos sobrecarregados, de plantões restritos, com escalas incompletas. A classe médica quer soluções. Sobre esta situação a secretária executiva de atenção à saúde da prefeitura, Cláudia Miranda, explicou que uma solução será a ampliação da central de regulação, "os médicos virão não só para permitir a ampliação da central, mas cobrirá as gerências regionais de saúde 1, 2, 3 e 12, além de permitir que tenhamos mais ambulâncias na rua" concluiu.

Os representantes das entidades ainda abordaram questões de desabastecimento e infraestrutura da rede, com solicitação de cronograma das licitações para aquisição imediata de impressos, medicamentos, exames laboratoriais, reformas e manutenção das unidades de saúde da família e policlínicas.

O secretário de saúde reconheceu os problemas debatidos, informando que os mesmos se encontram em fase de resolução. Ele sinalizou com ampliação das escalas do SAMU, incremento na pauta da educação permanente, ratificando a importância da estratégia saúde da família como eixo essencial da formação da rede de assistência à saúde no Recife. Jaílson explicou que a saúde precisa de medidas rápidas, mas não disse o tempo previsto. "Encaramos a necessidade da população, vendo a responsabilidade sobre o orçamento municipal e com boas práticas da gestão pública", finalizou.

Por sua vez, o Simepe adiantou que os prazos estão vencidos já que o grau de desabastecimentos está inviabilizando o atendimento na atenção básica, além disso existe um número reduzido de médicos nas unidades de pronto-atendimento.
Fonte : Simepe



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