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Dirigentes da FENAM participam de mobilização no Paraná em prol do Saúde + 10


Foto: Fernanda Lisboa
Dirigentes da FENAM participam de mobilização no Paraná em prol do Saúde + 10
Ato público na Boca Maldita, em Curitiba, para a coleta de assinaturas em prol da iniciativa popular.


08/04/2013
Ações relacionadas ao Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, aconteceram em todo o Brasil neste fim de semana. Aproveitando o tema, entidades da área realizaram ato público para conscientizar a população a aderir ao Projeto de Lei de Inciativa Popular, o qual destina 10% da receite corrente bruta da União para a saúde. Para se tornar realidade, o PL necessita de 1,5 milhão de assinaturas. A convite do Sindicato dos Médicos do Paraná (SIMEPAR), o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, esteve neste último sábado em Curitiba, somando forças ao movimento. Nesta terça-feira (10), haverá ato nacional do Movimento Saúde +10 em Brasília, em frente ao Congresso.

"A importância desse movimento nos estados é efetivamente para mobilizar a sociedade. Não se trata de somente recolher assinaturas, mas de comprometer os cidadãos no projeto, de forma que eles sintam lutar pelos seus direitos", destacou Ferreira. O diretor de finanças da Federação, Mário Ferrari; o secretário de assuntos jurídicos, Vânio Lisboa e o secretário de direitos humanos, discriminação e gênero da Federação, José Roberto Murisset e o secretário geral do SIMEPAR, Darley Wollmann, também estiveram presentes.

O Paraná ficou responsável por recolher 100 mil assinaturas e até o último sábado já tinha 80.000. Outras cidades do estado também promoveram atividades. O abaixo assinado está próximo de atingir a meta e a porcentagem de repasse representará R$ 30 bilhões por ano. "Além de garantir o investimento, é preciso saber como será utilizado. Uma gestão adequada é essencial para garantir a melhoria da assistência", lembrou o presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná, Alexandre Bley.

Visitas a Hospitais

Dois hospitais foram visitados pela comitiva da FENAM. O primeiro foi o Universitário Evangélico de Curitiba, maior hospital particular e de caráter filantrópico do Estado, mantido pela Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba e inaugurado em 1959. Possui 680 leitos e realiza de 90 a 100 cirurgias por dia, com uma média de 2.500 cirurgias/mês. Atende faculdades de medicina, fisioterapia, nutrição, enfermagem, psicologia, biologia e teologia.

O Hospital do Idoso Zilda Arns, que acaba de completar um ano, foi apresentado pelo diretor geral da Fundação Estatal de Assistência Especializada em Saúde (FEAES), Gustavo Justo Schulz. A unidade atende casos agudos de condições crônicas mais frequentes no idoso de forma qualificada, ampliando o acesso principalmente à leitos clínicos, leitos de terapia intensiva bem como exames e procedimentos especializados com demanda reprimida. É implementada a referência à pessoa idosa no cuidado secundário, visando qualidade nos processos dentro de um modelo focado na Segurança do Paciente.

Reunião com a médica acusada de provocar mortes em UTI

A comitiva da FENAM se encontrou com a médica Virgínia Soares de Souza, acusada de apressar a morte de pacientes na UTI do Hospital Evangélico com o intuito de escutar a versão da mesma sobre os fatos. Ferreira explicou que a entidade tem papel de representar a categoria e tem como uma de suas bandeiras principais, a defesa dos direitos humanos.

"A violência do pré-julgamento, sem o direito de resposta já fez o seu mal destruindo a vida profissional da médica. A análise criteriosa dos fatos compete à justiça. Esperamos que as investigações conduzam ao completo esclarecimento dos fatos e caso seja comprovado crime, que seja punido".

Ele completou que no Brasil, já houve grandes equívocos onde o sensacionalismo, depoimentos oportunistas e a ignorância prejudicaram vidas que nunca mais se reconstituíram.

O advogado de Virgínia, Elias Mattar Assad, afirma que todo o trabalho da médica tem justificativa na literatura médica e sua prisão é atribuída a um equívoco. No momento, eles procuram especialistas em medicina legal, intensiva e bioética para testemunhar como funciona a rotina das UTIs.

Fonte : Fernanda Lisboa



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