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MG: falta de leitos é crônica, admite secretário de Estado de Saúde


Foto: Divulgação/Internet
MG: falta de leitos é crônica, admite secretário de Estado de Saúde
A cidade maior tem obrigação de atender os casos das menores, que cuidam apenas do serviço básico.


19/04/2013
A falta de leitos em Minas Gerais e na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é reconhecida pelo secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge Marques de Souza. Segundo ele, apesar dos investimentos feitos em Minas Gerais para amenizar o déficit, o problema nunca será totalmente sanado.

Por que há o déficit de leitos?

A saúde trabalha com a lógica tripartite entre União, Estado e município. A cidade maior tem obrigação de atender os casos das menores, que cuidam apenas do serviço básico. As pequenas não têm escala para equipamentos especializados. Procedimentos de média complexidade devem ser feitos na microrregião e os de alta, na macro. Porém, há falhas e muitos atendimentos saem dessas áreas e vêm para BH.

Mas por que ainda há esse êxodo?

Em 20 anos, houve uma queda de leitos, principalmente em hospitais privados. Por meio do Plano Diretor de Regionalização (PDR), retomamos a criação de leitos. Em 2003, eram apenas 720 vagas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para adultos e 300 no neonatal em Minas. No ano passado, já eram 2.200 para adultos e mais de mil para crianças. Estamos investindo na regionalização, mas ainda há muito o que melhorar.

E quando será possível acabar com o déficit?

Em dois anos, serão criados mais de 3 mil leitos em várias cidades. São investimentos com parceria do Estado em Divinópolis, Sete Lagoas, Uberaba, Uberlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni, entre outros. Cerca de 30% dessas vagas serão de UTI. Também há melhorias previstas para Belo Horizonte, como os hospitais Júlia Kubitschek e Odete Valadares e a construção do hospital do Barreiro. Por mais que sejam feitos investimentos, sempre haverá uma demanda a ser atendida.

Uma das razões para a falta de leitos em BH são pacientes vindos da RMBH.

Contagem, Betim e Ribeirão das Neves são os gargalos. O problema em Contagem é crítico e a cidade precisa criar mais vagas lá. A partir de um plano de investimentos, estamos aplicando mais de R$ 35 milhões em parcerias para construção e ampliações de unidades nessas cidades.

É possível o Estado ajudar na ampliação de hospitais privados ou acelerar o processo de votação da Lei de Uso e Ocupação do Solo, permitindo o aumento da área construída?

A questão desse projeto de lei é municipal e não cabe ao Estado intervir. No entanto, podemos fazer parcerias para investimentos em hospitais filantrópicos, como já estudamos adquirir o Hospital São José.
Fonte : Sinmed-RN com informações do Jornal Hoje em Dia



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