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GO: comitê repudia a entrada irregular de médicos cubanos


Foto: Divulgação/Internet
GO: comitê repudia a entrada irregular de médicos cubanos
A realidade é que faltam investimentos e sobram problemas.


15/05/2013
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), a Associação Médica de Goiás (AMG) e o Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) repudiam a absurda proposta do Governo Federal de trazer para o Brasil mais de 6 mil médicos formados em Cuba sem a devida, necessária e legal revalidação de seus diplomas. A abertura irresponsável dos postos de trabalho médico no Brasil a esses profissionais representa, sobretudo, uma ameaça à saúde da população.

O argumento usado pelo Governo Federal para desrespeitar a legislação e justificar a entrada irregular no Brasil dos médicos cubanos e de graduados em outros países é o déficit de profissionais no interior e na periferia das grandes cidades brasileiras. Argumento falso, que busca ocultar outros interesses.

Faltam médicos nas pequenas cidades e na periferia das grandes porque falta também estrutura que dê ao médico condições adequadas de trabalho e remuneração digna. O exercício ético da medicina e a oferta de uma assistência de qualidade aos pacientes que dependem do SUS exigem recursos e infraestrutura adequados, investimentos que o Governo deveria garantir, mas não o faz.

A realidade é que faltam investimentos e sobram problemas. Faltam leitos, equipamentos, materiais, medicamentos, condições mínimas de trabalho e sobram pacientes que deveriam ter seu direito à saúde assegurado pelo Governo como determina a Constituição Brasileira. Faltam médicos e sobra a proposta do Governo de entregar a profissionais de formação duvidosa e sem comprovada capacitação técnica a responsabilidade de atender, cuidar e zelar pela saúde dos brasileiros mais pobres.

O Cremego, a AMG, e o Simego rechaçam essa proposta e defendem mais investimentos no SUS, melhoria da remuneração do médico e das condições de trabalho e a criação de uma carreira de Estado para os médicos. Somente assim, será possível garantir a presença e a permanência dos médicos no interior e na periferia das grandes cidades e assegurar a oferta de uma assistência digna e de qualidade à população.

Outras propostas não passam de falácias, que afrontam a classe médica, desrespeitam toda a Nação brasileira e ameaçam seriamente a saúde da população mais carente. Por isso, O Cremego, a AMG e o Simego dizem não à entrada irregular no Brasil de médicos estrangeiros e de brasileiros formados no exterior e conclamam toda a sociedade a repudiar essa proposta.
Fonte : CREMEGO – AMG – SIMEGO



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