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ES: sindicato quer proibir atuação de médicos formados no exterior no Espírito Santo



20/05/2013
O Sindicato dos Médicos do Espírito Santo (Simes) vai fazer uma representação nesta segunda-feira (20) aos governos estadual e federal contra as medidas do governo Federal para trazer médicos estrangeiros para atuar no Brasil. A tentativa do Sindicato é de impedir que os médicos formados no exterior atuem no Espírito Santo, sem que tenham passado pelo Exame de Revalidação do Diploma, o Revalida.

O governo divulgou um levantamento próprio dando conta de que faltam 50 mil médicos no país. Uma das saídas apontadas pelo poder público seria a contratar profissionais de outros países, mas essa proposta polêmica enfrenta resistência, principalmente de especialistas. É uma proposta irresponsável e eleitoreira. Para exercer a atividade médica, é preciso fazer a prova de revalidação, mas apenas 1% dos profissionais formados no exterior conseguem aprovação, afirma o presidente do Simes e vice-presidente da FENAM, Otto Baptista.

A categoria questiona a medida do governo, que não deixa claro se os médicos formados no exterior terão seus diplomas revalidados automaticamente, numa condição diferente de outros profissionais, ou se passarão pelas provas obrigatórias para o exercício da medicina no país.

Para Otto Baptista, o Governo Federal quer médicos de segunda linha para atender à população. É um desrespeito e um desserviço á população e uma ilegalidade. Não somos contra a entrada de médicos estrangeiros, desde que passem pelo crivo que é feito pelo Revalida. A contratação de médicos que estudaram no exterior para trabalhar no país sem a revalidação do diploma constitui-se apoio ao exercício ilegal da Medicina e contraria as leis brasileiras, disse.

Para ele, o argumento de há falta de médicos no Brasil é uma falácia, vez que um estudo conduzido pelo Conselho Federal de Medicina mostrou que o país tem o número de médicos formados superior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Temos no Brasil um problema de distribuição dos médicos. Eles querem colocar os médicos nos rincões do Brasil sem pagar bons salários, sem dar estabilidade de um concurso público e sem que tenham equipamentos adequados. Oferecendo condições de trabalho, nossos médicos brasileiros certamente vão trabalhar em qualquer lugar, explicou.
Fonte : SIMES



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