Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar




Palavras-chave

Cardiologistas promovem ação contra o cigarro


Foto: Internet
Cardiologistas promovem ação contra o cigarro
Uma cartilha foi elaborada e será distribuída em locais públicos, em UBSs – Unidades Básicas de Saúde e escolas com explicações de que as crianças são as maiores prejudicadas.


28/05/2013
A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – vai deflagrar uma campanha nacional, na próxima sexta, dia 31, para orientar crianças e adolescentes sobre os efeitos do cigarro no organismo. A ação ainda irá informar pais e educadores das consequências para a saúde do fumo passivo. "Sete brasileiros morrem a cada dia vítimas do fumo passivo", conta o coordenador do Comitê Antitabaco da SBC, Márcio Gonçalves de Sousa.

Uma cartilha foi elaborada e será distribuída em locais públicos, em UBSs – Unidades Básicas de Saúde e escolas com explicações de que as crianças são as maiores prejudicadas. Quanto maior o número de fumantes dentro de casa, ou no convívio social, maior é o risco dos jovens desenvolverem problemas respiratórios (pneumonia, asma, bronquite, entre outros), doenças do sistema imunológico (infecções em geral, resfriados, otite média), déficit de atenção e perda na audição. Márcio Gonçalves de Sousa lembra que o tabagismo passivo pode também afetar o desempenho escolar e o comportamento das crianças.

Pesquisa da SBC feita com cerca de três mil alunos de escolas públicas constatou que, dos 10% de jovens fumantes, a influência e o exemplo dentro de casa foram determinantes para o início do vício. Neste grupo, 52% dos pais fumavam, 44% das mães e 36% dos irmãos. Entre os outros 90% não fumantes, os índices caíram bastante: 18% dos pais fumavam, 14% das mães e apenas 5% dos irmãos. "Os adultos são modelos de comportamento para os menores", lembra o cardiologista. O trabalho foi feito com estudantes entre 10 e 19 anos.

Segundo a OMS, metade das crianças no mundo, cerca de 700 milhões, está exposta a fumaça do cigarro dentro de sua própria casa. Segundo o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular, Carlos Alberto Machado, o fumante passivo corre mais riscos. "A fumaça do cigarro contém concentrações maiores de nicotina e de outras substâncias cancerígenas quando comparadas à tragada pelo fumante". A cartilha da SBC traz orientações e esclarece que os componentes do cigarro são microscópicos. "Não adianta fumar na sacada, no quintal ou na varanda. Eles ficam na pele, no cabelo, na roupa e são facilmente transportados promovendo os efeitos passivos deletérios".

A cartilha , que ainda poderá ser baixada no portal da entidade, tem uma lista dos sintomas, em curto prazo, provocada pelo fumo passivo: tosse, irritação nos olhos e nariz, dor de cabeça, alergias, doenças cardíacas, dores no peito, aumento da pressão arterial e transtornos de memória e do sono. Em longo prazo, a passividade ao tabaco deflagra os seguintes problemas: o pulmão diminui a capacidade de funcionamento, aumenta o risco de aterosclerose, infarto, infecções respiratórias e risco de câncer de pulmão, a ansiedade e a hiperatividade crescem.

Fonte : DOC Press



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1235 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade FENAM
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da FENAM




Enquete

Você é filiado ao seu sindicato?


Não
Sim
Opa, selecione uma op��o.









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)