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RS: presidente do sindicato diz que carreira resolve falta de médico no SUS


Foto: Divulgação/Internet
RS: presidente do sindicato diz que carreira resolve falta de médico no SUS
O SIMERS lembrou que o governo investe apenas 4% da receita corrente líquida no SUS.


26/06/2013
O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Paulo de Argollo Mendes, cobrou prazo e medidas sérias para resolver o problema da falta de médicos no Brasil. Argollo considerou as propostas da presidente Dilma Rousseff demagógicas e que repetiram as mesmas coisas ditas nos últimos anos. “A população está cansada de conversa”, advertiu. “A presidente deveria anunciar a redução pela metade dos 39 ministérios para assegurar mais recursos para a saúde”, defendeu o dirigente médico.

O SIMERS lembrou que o governo investe apenas 4% da receita corrente líquida no SUS, enquanto gasta centenas de bilhões de reais em juros da dívida pública. “Não faltam médicos. Este não é o problema, e o Ministério da Saúde sabe bem disso. O Brasil tem mais faculdades de Medicina que Estados Unidos, país mais rico do mundo, e China, que tem 1,3 bilhão de habitantes”, destacou Argollo.

O anúncio de que serão criadas mais vagas de residência médica foi considerado positivo, mas Argollo lembrou que a promessa não é novidade e até hoje não foi concretizada. “Foi um discurso vazio e populista. Mais vagas já foram prometidas. A solução é criar uma carreira para fixar médicos nas localidades. O importante é que haja segurança, que o prefeito não ofereça um salário, e que meses depois o contrato seja extinto.”

O presidente do Sindicato propõe concurso público como é feito para juiz e promotor. Com isso, o profissional sabe que começará a atuar em uma pequena cidade e depois poderá ascender a outros municípios maiores. “Estes fatores fixarão os médicos. Em resumo: precisa seriedade, concurso público e uma carreira com estabilidade e segurança para médicos atuarem no SUS no Interior e mesmo nas grandes cidades.”
Fonte : Simers



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