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BA: Médicos baianos reafirmam o fortalecimento do SUS no 02 de julho



03/07/2013
Os médicos de Salvador se reuniram na manhã deste 2 de julho, no Largo da Lapinha, e se juntaram ao cortejo da Independência em direção ao Campo Grande, durante a festa que é um marco político e histórico para todos os baianos e brasileiros. Os médicos foram às ruas, principalmente, reafirmar a necessidade de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) como sistema público, universal e integral.

Com cartazes, faixas e panfletos abordando difersos temas ligados a melhoria da saúde pública, como o Revalida, condições de trabalho e corrupção, os profissionais, por onde passavam, recebiam o apoio de quem assistia ao cortejo. Entre os manifestantes, a médica Telma Carneiro, falou da importância da participação dos médicos no 2 de julho. "Nós os médicos estamos reivindicando em favor da saúde pública".

A luta pela não privatização de hospitais públicos e a importância de uma saúde pública de qualidade, foram destacadas pelo médico psiquiatra e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Carlos Tadeu. "Espero que haja sensibilidade dos gestores para priorizar a atenção da saúde. Precisamos aprender com o sistema único de saúde que deu certo, que foi o caso da Inglaterra", disse.

Médicos do Município presentes

Uma grande faixa registrando a greve dos médicos de Salvador abriu a manifestação da categoria no 2 de julho. Empunhando a mensagem, seguiam na frente o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, os diretores do Sindicato, Gil Freire e Luiz Américo Câmara, o presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremeb), Abelardo Menezes e o representante baiano no Conselho Federal de Medicina (CFM), Jecé Brandão, que fez questão de lembrar que a greve começou no dia 4 de junho e, portanto, está prestes a completar um mês.

O cirurgião geral Maurício Souza, que trabalha em uma das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da cidade ressaltou a demora do secretário de Saúde em apresentar propostas concretas que podem contribuir para o fim da greve. "Até agora o secretário não propôs nenhuma melhora para as UPAs, e por isso, nós pretendemos continuar a greve", declarou o médico. A privatização da saúde também foi questionada por Souza, que defende que, tanto a saúde como a educação e segurança devem ser serviços públicos. "Quando o governo privatiza, ele admite a sua incompetência", declarou o médico.

Os médicos também receberam o apoio da vereadora e integrante da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, Fabíola Mansur, que defendeu mais investimento para a saúde e apoiou movimentos como o Saúde +10, que busca coletar assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, e a aprovação da Emenda Constitucional (EC) 29, que também defende mais recursos para a saúde.
Fonte : SindiMed-BA



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