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SC: médicos vão às ruas em Santa Catarina


Foto: SIMERS
SC: médicos vão às ruas em Santa Catarina
Os profissionais e estudantes de medicina pediram a exigência do Revalida, reajuste na tabela SUS e na bolsa do residente, carreira de Estado, aprovação da Lei do ato Médico entre outros.


04/07/2013
Os médicos catarinenses aderiram à mobilização nacional na quarta-feira (03) e saíram às ruas para reivindicar saúde de melhor qualidade. Em Florianópolis aproximadamente 400 médicos e estudantes de medicina se concentraram em umas das principais ruas da cidade, no calçadão da Felipe Schmidt, na tradicional Esquina Democrática.

Com faixas, cartazes e palavras de ordem os profissionais e estudantes de medicina pediram a exigência do exame Revalida para a contratação de médicos do exterior para o Brasil, reajuste na tabela SUS que está defasada há mais de 10 anos, reajuste na bolsa do residente, carreira de Estado, aprovação da Lei do ato Médico entre outros.

Os médicos aproveitaram o momento para entregar panfletos à população e explicar as reivindicações. Eles também recolheram assinaturas para o Saúde + 10 - abaixo assinado para que seja proposta uma lei de iniciativa popular que garanta mais recursos do governo Federal para a saúde. Aproximadamente 700 assinaturas foram coletadas na mobilização e serão encaminhadas para as entidades nacionais que enviarão ao Congresso em agosto.

"Estamos muito satisfeitos com o evento. O médico entendeu que precisa juntar-se à população e ir às ruas se quer mudanças. Esse foi o primeiro passo. Agora vamos aguardar os desdobramentos", afirmou o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC) e coordenador do Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC), Cyro Soncini.

"Em 35 anos de profissão eu nunca imaginei participar de um momento como este", declarou o presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CREMESC) Vicente Pacheco.

"Estou orgulhoso de participar desta mobilização QUE é um marco na história dos médicos catarinenses", complementou o presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Aguinel Bastian Júnior.

Outras Regiões

Em pelo menos outras 10 cidades houve mobilização dos médicos. Em Joinville aproximadamente 200 médicos e estudantes de medicina fizeram uma caminhada desde a sede do Sindicato até a o Hospital Dona Helena e depois até a praça da Bandeira. Durante o protesto o prefeito Udo Dohler convidou alguns médicos para uma conversa. A presidente do SIMESC Regional Joinville, Tanise Balvedi Damas e a secretária Suzana Menezes de Almeida e mais quatro representantes das entidades presentes participaram da reunião informal " Fomos muito bem recebidos e fiquei responsável em manter contato com o prefeito para encontrarmos soluções para a saúde em nossa região", afirmou a presidente.

Em Blumenau o protesto também contou com a presença de aproximadamente 150 médicos e estudantes que se concentraram em frente à prefeitura da
cidade. Com faixas e carro de som clamaram por uma saúde digna e condições de trabalho. Houve distribuição de panfletos com esclarecimentos à população. "O protesto foi ordeiro e pacífico como planejado. Os carros que passavam buzinavam e a população parava para nos apoiar. Foi muito positivo", avalia o presidente Regional Blumenau

Em Chapecó a concentração iniciou em frente à Secretaria de Saúde do município às 16h. Aproximadamente 200 médicos fizeram uma marcha silenciosa pela avenida Getúlio Vargas. Houve acompanhamento da guarda municipal por todo o trajeto e um lado da avenida foi fechado para a passagem dos protestantes "chamamos de cortejo, pois carregamos velas acesas, balões pretos e ao término do cortejo, depositamos as velas ao redor de um caixão preto escrito Saúde em sua tampa no chão do calçadão da cidade.", contou o tesoureiro da Regional Chapecó, Tesoureiro: Gerson Teixeira Zanusso.

Em Brusque, Curitibanos, Criciúma, Caçador,Mafra,São Lourenço do Oeste e Xanxerê também houve mobilização. Em Joaçaba os médicos participaram de uma reunião para discutir os pontos de reivindicação.
Fonte : SIMESC



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