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RS: médicos apresentam posição da categoria aos parlamentares gaúchos



06/08/2013
De acordo com deliberação de assembleia, as entidades médicas promoveram audiência com os deputados federais da bancada gaúcha na tarde desta segunda-feira (5) para discutir o veto parcial à Lei do Ato Médico (12.842/13) e a Medida Provisória 621/2013, que cria o programa Mais Médicos. A reunião, com presença de entidades representantes de profissionais da saúde, foi realizado no plenário Bento Gonçalves do Memorial do Legislativo (rua Duque de Caxias, 1029).

O encontro foi coordenado pelo líder da bancada, deputado federal Alceu Moreira, que afirmou ser um consenso à necessidade de aumentar os recursos destinados à saúde pela União. Também participaram da audiência Osmar Terra, Ronaldo Nogueira, Alexandre Rubio Roso, Jose Luiz Stédile e Ronaldo Zulke. Os parlamentares destacaram que o programa Mais Médicos tem pontos duvidosos e foram unânimes em afirmar que a iniciativa não resolverá os problemas do SUS.

O presidente do Sindicato Médico do RS (SIMERS), Paulo de Argollo Mendes, defendeu a derrubada aos vetos à Lei do Ato Médico e da MP 621. Sustentou após doze anos de tramitação da matéria no Congresso Nacional, e 27 audiências públicas, o texto aprovado por unanimidade foi o consenso encontrado nas duas Casas. "O que faz o médico? Diagnóstico e tratamento. Desfazer isto é quebrar a coluna vertebral da profissão médica", afirmou Argollo.

Sobre o Mais Médicos, o dirigente sindical enfatizou que o governo conseguiu o que queria, que era "desviar a atenção das ruas dos reais problemas da saúde. "Além de colocar a culpa da crise do SUS no médico, o governo federal apresenta um programa onde o médico ganha uma bolsa, sem nenhuma garantia trabalhista, e depois de três anos fica desempregado e a população, sem médico", criticou.
Os médicos defendem a aplicação de 10% da receita corrente bruta da União para Saúde (hoje a destinação para área é de 4,4%), gestão qualificada para o SUS e a aprovação da proposta de Emenda Constitucional (PEC) 454/2009, que cria a carreira médica nos serviços públicos de saúde federal, estadual e municipal para fixar profissionais no Interior.
Fonte : Imprensa FENAM



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