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RS: médicos realizam mobilização nesta quarta-feira (11)



10/09/2013
Os médicos do Centenário vão realizar um ato público em frente da instituição na próxima quarta-feira (11), entre 11h e 13h, para esclarecer a população sobre a precária situação do único hospital de São Leopoldo. A mobilização foi decidida durante a assembleia geral extraordinária, realizada na noite de quarta-feira (4) passada no anfiteatro do hospital, coordenada pelo presidente da Associação de Médicos do Hospital Centenário (AMEHCE), Geraldo Bischoff, e a diretora do SIMERS, Clarissa Bassin. Os profissionais decidiram ainda ficar em assembléia geral permanente e não descartam paralisar as atividades.

Desde a interdição do exercício da Medicina em 2 de maio do ano passado, pouco mudou na rotina do hospital. Faltam profissionais para fechar as escalas de plantão e recursos essenciais para a prestação da assistência à população, itens principais do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público em maio de 2012. Ao invés de abrir concurso público e aprovar um plano de carreira para atrair profissionais, a prefeitura terceiriza setores essenciais do Centenário: a emergência pediátrica, o setor de politraumatizado adulto e a sala de recuperação.

"Muito pouco mudou da interdição ética do CREMERS e do TAC para cá. Temos uma enfermaria fechada e uma emergência superlotada. Faltam médicos e equipamentos. E as condições de trabalho seguem precárias", afirmou Bischoff. Decepcionados com a postura da atual gestão municipal, que se elegeu prometendo resolver os problemas do Centenário da rede básica de saúde de São Leopoldo, os médicos solicitaram nova vistoria do CREMERS, para avaliar as condições de trabalho dos profissionais.

Antes da assembleia, o secretário municipal de Fazenda, Gilso Gotardo, esteve reunido com os médicos para mostrar porquê a prefeitura não pode cumprir com a promessa do prefeito Aníbal Moacir da Silva de enviar projeto de lei para Câmara dos Vereadores criando o plano de carreira dos médicos do Centenário. Segundo, Gilso Gotardo, o município está no teto do limite de gastos de pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o que impede aumentar gastos com pessoal.

"O que é mais vantajoso para a prefeitura: pagar duas vezes mais para médicos terceirizados do que abrir concurso público, qualificar e assegurar o serviço prestado à população de São Leopoldo?", destacou Clarissa ao secretário. Ela afirmou que o governo federal tem programas com destinação de repasses que a prefeitura poderia participar. "Mas para isto, é preciso que o município, que tem gestão plena da saúde, qualifique os seus serviços", acrescentou a sindicalista.
Fonte : SIMERS



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