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Presidente da FENAM já esperava fuga dos brasileiros no Mais Médicos


Foto: André Lima
Presidente da FENAM já esperava fuga dos brasileiros no Mais Médicos
Geraldo Ferreira, à frente da entidade, defende a regularização das questões trabalhistas no programa, como a realização do concurso público e o o pagamento do piso FENAM.


13/09/2013
O Ministério da Saúde informou que menos da metade dos médicos brasileiros inscritos no Programa Mais Médicos iniciaram suas atividades nas unidades básicas de Saúde. Apenas 511 profissionais dos 1.096 inscritos se apresentaram nas prefeituras. Neste grupo, 127 profissionais pediram, diretamente ao Ministério da Saúde, o desligamento do programa.

Os dados foram divulgados pela pasta na última quarta-feira (11).
Entre os motivos apresentados pelos profissionais para deixarem o Mais Médicos está a carga horária obrigatória de 40 horas semanais e a falta de infraestrutura nas localidades em que iriam atuar. Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, a principal razão da "fuga" dos brasileiros é a falta da realização de concurso público, da estruturação de uma carreira de estado e a garantia dos direitos trabalhistas.

"O programa simula uma situação de ensino ao oferecer uma bolsa para médicos formados quando é, na verdade, um trabalho de assistência, negando a esses profissionais os direitos irrenunciáveis dos trabalhadores, como a garantia da carteira assinada, direito à férias, 13° salário, entre outros.

Na ocasião, o presidente da FENAM reiterou que desde o início da formulação do programa sugeriu ao governo federal outro modelo de contração dos médicos e também defendeu a necessidade de mais investimentos na área para que o programa pudesse trazer o resultado esperado pela população.

"A nossa principal sugestão é a regularização das questões trabalhistas, como a realização do concurso público. Defendemos o piso FENAM no valor de R$ 10.412,00 para 20 horas trabalhadas. Se isso fosse assegurado, tenho certeza que pelo menos 90% das vagas seriam preenchida por brasileiros", explicou.
Fonte : Valéria Amaral



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