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SP: médicos da SPDM anunciam greve



11/10/2013
Os médicos com vínculo à organização social SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), gestora de serviços de saúde da Prefeitura Municipal de São Paulo, definiram em votação que entrarão em greve a partir da meia noite de quarta-feira, 16, caso os vencimentos não sejam integralmente quitados com os devidos ajustes financeiros, como juros e correções monetárias correspondentes ao período de atraso. A ação foi discutida em assembleia extraordinária realizada ontem, 10, na sede do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp).

Aproximadamente mil médicos, além de trabalhadores pertencentes a outras categorias, estão sendo prejudicados pelo atraso salarial referente ao mês de setembro. "Somente este ano é a terceira vez que ocorre a demora no pagamento e, além disso, não há nenhuma explicação, nem justificativa por parte da SPDM", contou um dos médicos durante a reunião. Outra denúncia é o caso crônico da mora de pagamento de plantões extras, que são efetuados após 60 dias, sem nenhuma correção.

De acordo com Cid Carvalhaes, presidente do Simesp, os profissionais que estão com os salários atrasados procuraram o Sindicato e se manifestaram de maneira democrática e livre, decidindo pela paralisação nos atendimentos. "A SPDM, que é uma organização social que possui um número significativo de médicos, tem tido uma prática muito ruim referente a pagamentos, protelando o pagamento de profissionais, o que não é correto".

Hoje, 11, o Departamento Jurídico do Sindicato notificou a SPDM para que tome ciência da decisão da categoria e que ofereça, até 15 de outubro, uma proposta que contemple os interesses dos médicos e que satisfaça o pagamento de todos os salários atrasados. Também serão informados sobre a deliberação de paralisação o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), a Associação Paulista de Medicina (APM) e o Ministério Público. Durante a greve os atendimentos a urgências e emergências serão mantidos.

Nova assembleia foi definida
Na próxima terça-feira, 15, às 20h, haverá nova assembleia na sede do Simesp (Rua Maria Paula, 78 – 1º andar) para discutir as condições de trabalho e avaliar eventual proposta da organização, além de definir as medidas quanto à organização da greve. "Caso haja o pagamento, nós vamos discutir as condições de trabalho que se encontram os médicos da SPDM", ponderou Carvalhaes.
Fonte : Simesp



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