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RS: Corregedoria da PF avaliar? conduta de policial contra m?dico do SAMU na Capital



31/01/2007
O superintendente da Pol?cia Federal ga?cha, Jos? Francisco Mallmann, determinou que a Corregedoria do ?rg?o apure se houve abuso de autoridade na conduta de um policial contra um m?dico do Servi?o de Atendimento M?dico de Urg?ncia (Samu) da Capital. A medida foi solicitada pelo superintendente durante encontro com o presidente do Sindicato M?dico do Rio Grande do Sul (SIMERS), Paulo de Argollo Mendes, na manh? desta quarta-feira, dia 31, na sede da PF na Capital.



O presidente do Sindicato entregou a Mallmann pedido para que sejam averiguadas as responsabilidades no epis?dio, ocorrido na madrugada de sexta-feira, dia 26. Um m?dico e uma telefonista foram levados ? sede do ?rg?o policial para explicar procedimento no atendimento de uma mulher ind?gena. O agente questionou o fato de n?o ter sido enviada ambul?ncia de socorro. Conforme Mallmann, o corregedor poder? instaurar sindic?ncia administrativa caso verifique ind?cios de abuso na a??o do policial. Ele tem cinco dias definir o que ser? feito.



O m?dico do Samu ingressar? com representa??o no Minist?rio P?blico Federal por abuso de autoridade em decorr?ncia de atentado ? sua liberdade de locomo??o e ?s suas prerrogativas de m?dico. A Assessoria Jur?dica do SIMERS defender? o profissional. Para Argollo, m?dico e funcion?ria foram retirados ? for?a do local de trabalho, numa flagrante inger?ncia sobre a avalia??o cl?nica feita a respeito da sa?de da mulher. ?Quem tem de saber se era caso de urg?ncia ? o m?dico e n?o a autoridade policial. Epis?dios como esses aumentam a inseguran?a dos profissionais sobre rea??es violentas ante a recomenda??o m?dica a ser adotada?, ressaltou o presidente do SIMERS.



A PF instaurou inqu?rito policial que investiga se houve omiss?o de socorro e desacato de autoridade do funcion?rio do Samu, que justificou norma do Servi?o para n?o informar seu nome ao agente. O inqu?rito vai apurar se o m?dico se omitiu de prestar socorro ao descartar o envio de ambul?ncia, pois n?o se tratava de urg?ncia. O presidente do SIMERS lembra que a ?ndia, que reside em uma reserva na Lomba do Pinheiro, foi atendida na noite do dia 25, horas antes de ocorrer o contato da PF, no Pronto Atendimento no bairro, confirmando que n?o havia gravidade.



?O m?dico foi conduzido preso ? PF. Nas tr?s horas em que ficou distante do Samu, a popula??o de Porto Alegre teve atendimento prec?rio?, lamentou Argollo. O superintendente da PF disse que o SIMERS ter? acesso completo ao inqu?rito, que deve ser remetido, depois de sua conclus?o num prazo de at? 30 dias, para o Minist?rio P?blico. Mallmann lamentou o fato, destacando que a corpora??o age com rigor para evitar excessos. Justificou que os policiais t?m recomenda??o para portar arma, mas n?o necessariamente para us?-la ostensivamente.



O superintendente garantiu que o inqu?rito ouvir? todos os envolvidos e tamb?m examinar? se ocorreu abuso na a??o do policial. O SIMERS publicou nota nos jornais repudiando a trucul?ncia e abuso do poder policial e comparou a conduta aos tempos mais obscuros da ditadura militar.



Fonte : Assessoria de Imprensa do Simers - 31/01/2007



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